Tenho medo do vento
Tenho medo do futuro
Tenho medo das pessoas
Tenho medo da solidão extrema
Tenho medo das tempestades
das coisa
sdas lágrimas
medo do feio
do acaso desconcertante
da ingnorância
da vontade e do desejo.
Tenho medo do passado
dos abismos
da felicidade alheia
da falta de dinheiro
da misériada piedade.
Tenho medo de altura
do abandono
às vezes da vida.
Tenho medo do desconhecido
da loucurada alegriade mim.
Tenho medo.
Mas devo confessar.
A cada dia percebo que os meus medos são a minha vida
todos juntos me impulsionam para frente
São diariamente ultrapassados
Poucas vezes me estagno
Poucas vezes de inércia.
Percebendo isso não me sinto
sinônimo de covardia
Sou superação diária.
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